Língua de Trapo

Língua Três Oitão

Com quase quatro décadas de existência, o grupo paulistano Língua de Trapo traz muita munição na bagagem.
Em 1980, foram pioneiros ao lançar uma fita cassete independente, intitulada “Sutil como um Cassetete”, feita artesanalmente e vendida em bares, faculdades e na saída dos shows.
Em 1983, ganharam o prêmio “Chiquinha Gonzaga”, de música independente, e, em 1984, ganharam o prêmio APCA como melhor conjunto vocal.
Em 1985, participaram do “Festival dos Festivais”, da Rede Globo de televisão, ficando entre as 12 finalistas com a música “Os Metaleiros Também Amam”, de Ayrton Mugnaini Jr. e Carlos Melo.
Já fizeram dueto e dividiram o palco com artistas renomados, como Emilinha Borba, Ângela Maria, Bezerra da Silva, grupo Demônios da
Garoa, Tetê Espíndola, Maria Alcina, Falcão e Eduardo Dussek, entre outros.
Serviram de inspiração para trabalhos importantes relacionados à música e humor, como os grupos Os Mulheres Negras e Mamonas Assassinas.
Alguns dos integrantes do grupo produzem e apresentam a Rádio Matraca, um programa radiofônico de música, humor e curiosidades, veiculado há 33 anos pela Rádio USP, de São Paulo.
Em 2005, lançaram um Box comemorativo dos 25 anos da banda, pela gravadora Atração, com sua discografia completa até então – 6 CDs e um EP – e um DVD, “21 Anos na Estrada”, gravado no Teatro do Sesc Pompeia, em São Paulo.
Participaram de cinco edições da “Virada Cultural” de São Paulo, sendo a mais recente no Teatro Municipal, em 2015, onde tocaram na íntegra o repertório do disco “Como é bom ser Punk”, de 1985, com participação do Coral Lumiá XXI, regido pelo maestro Teco Galati.
Participaram das edições de 1983 e 1984 do Festival de Águas Claras, em Iacanga, interior de São Paulo.
Apresentaram-se nos programas dos mais significativos comunicadores de televisão e rádio, como Chacrinha, Hebe, Bolinha, Raul Gil, Ana Maria Braga, Gugu Liberato, Fausto Silva, Serginho Groismann, Osmar Santos, Mauricio Kubrusly, Ronnie Von, Tadeu Jungle, Xenia, Blota Junior e Ratinho, entre muitos outros.
Hoje em dia, com trinta e oito anos de estrada, a banda se mantém atual e afiada, provando que ainda tem muita bala na agulha.
Em 2016 lançaram o disco “O Último CD da Terra”, pela gravadora Genesis, com o qual obtiveram três indicações para o prêmio Grammy Latino.
E em 2018, pretende mostrar um pouco disso tudo e ainda mais, com o show “Língua Três Oitão”, onde o grupo faz um resumo de sua trajetória e apresenta novas criações.
Língua de Trapo
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